– Sedes realiza primeira entrega de leite de cabra no Maranhão (Foto: Divulgação)
O Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Social (Sedes), realizou a primeira entrega oficial de leite de cabra do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA Leite), marcando um avanço histórico para a cadeia produtiva do estado.
A produção, inteiramente oriunda do município de Raposa, simboliza o fortalecimento da agricultura familiar e a consolidação de políticas públicas que unem segurança alimentar, geração de renda e desenvolvimento local.
A distribuição contemplou 106 instituições socioassistenciais, alcançando diretamente 27 mil pessoas beneficiadas pelo Banco de Alimentos, das quais 24 mil são crianças atendidas por creches, escolas, entidades filantrópicas e equipamentos da rede de assistência social.
A ação reforça o compromisso da gestão do governador Carlos Brandão, em conjunto com o secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão, em garantir alimentação saudável, nutritiva e de qualidade para a população em situação de vulnerabilidade.
A ação inaugura um novo capítulo para o PAA Leite no Maranhão, que amplia sua atuação com o leite caprino, um alimento de alto valor nutricional, especialmente importante para o desenvolvimento infantil.
Além do impacto social, a iniciativa fortalece a produção local, garantindo mercado seguro para os agricultores familiares.
Um dos parceiros desse projeto é o produtor José Assub, proprietário dos Laticínios Liberdade e referência na criação de cabras leiteiras no município. Ele acompanhou todas as etapas do projeto, desde a organização da cadeia produtiva até a consolidação dessa primeira entrega e destacou a importância do momento para os produtores locais.
“É uma conquista muito grande para quem trabalha no campo todos os dias. Ver nosso leite chegando a tantas crianças e famílias é motivo de orgulho. Esse programa valoriza o produtor e dá esperança para que a gente continue crescendo”, afirmou.
A secretária adjunta de Segurança Alimentar e Nutricional da Sedes, Lourvídia Caldas, destacou que o Banco de Alimentos também dará início a um ciclo de capacitações voltadas às instituições beneficiadas, garantindo melhor aproveitamento do alimento e fortalecendo as ações de educação alimentar e nutricional.
“Estamos entregando um produto de altíssima qualidade nutricional. Além da distribuição, vamos qualificar as instituições com formações sobre manipulação, armazenamento e uso do leite de cabra em preparações diversas. É uma política completa, que alimenta, orienta e transforma”, ressaltou.
O resultado é fruto direto da parceria entre o Governo do Maranhão, por meio da Sedes e a gestão municipal de Raposa que vem investindo na organização da cadeia produtiva, na melhoria das condições de trabalho dos produtores e na ampliação da capacidade de entrega. O modelo fortalece o desenvolvimento regional e contribui para reduzir desigualdades territoriais, uma das diretrizes centrais da política estadual de segurança alimentar.
A parceria entre Estado e Município tem permitido ampliar oportunidades para os pequenos produtores, garantindo remuneração justa e a permanência das famílias no campo. Com a entrada da produção de Raposa no PAA Leite, o programa reforça seu papel estratégico na dinamização da economia local e no incentivo à produção sustentável.
Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Social, Paulo Casé Fernandes, a entrega representa mais um avanço importante na consolidação das políticas de segurança alimentar do Maranhão. “Estamos valorizando o produtor local, fortalecendo a agricultura familiar e levando alimento de qualidade para quem mais precisa. Quando Estado e município trabalham juntos, os resultados aparecem de forma concreta e transformam a vida das pessoas”, destacou.
A chegada do leite de cabra ao PAA reforça o protagonismo do Maranhão no Nordeste e demonstra que investir na produção local é investir no futuro do estado.
Ana do Gás, Fred Maia e João Batista Segundo vistoriaram o trabalho de requalificação da MA-014
Agência Assembleia
A requalificação da MA-014, no trecho que compreende os municípios de Vitória do Mearim e Pinheiro, foi vistoriada nesta quinta-feira (20) pelos deputados estaduais Ana do Gás, Fred Maia e João Batista Segundo. A obra está sendo executada pelo Governo do Estado por meio da Secretaria de Infraestrutura (SINFRA).
No total serão 156km de via recuperada com pavimentação adequada e previsão de entrega ainda este ano, que beneficiará milhares de famílias que moram na região da Baixada Maranhense.
O deputado estadual Fred Maia acompanhou de perto cada trecho da revitalização da via, que está recebendo o tratamento específico para cada tipo de solo. “Estamos muito felizes com o que a gente está vendo. Estamos aqui para mostrar a verdade e dizer sobre a coragem e a determinação que o Governo do Estado está tendo de fazer esse trabalho aqui na MA-014”, disse.
No total serão 156km de via recuperada com pavimentação adequada e previsão de entrega ainda este ano
De acordo com o engenheiro da SINFRA, José Bruzaca, a obra iniciou no mês de junho e 140km já foram revitalizados com a devida atenção em diversos pontos, em especial a trechos alagados.
“Cada ponto da via está recebendo um tratamento específico, com microrrevestimento e pedra de macadâmia, por exemplo. Uma obra bem feita que será entregue em seis meses à população depois de anos de espera”, disse.
A deputada estadual Ana do Gás destacou a importância da obra para o estado, esperada há anos pela população. “Viemos vistoriar um sonho sendo realizado. Nós viemos ver com os nossos próprios olhos e levar para o povo do Maranhão notícias sobre esse benefício da MA-014. O governador Carlos Brandão tem sido, de fato, o governador das obras impossíveis, tem tirado os projetos do papel, e é preciso que o Maranhão todo tenha conhecimento disso”, pontuou a deputada.
Obra iniciou no mês de junho e 140km já foram revitalizados, com a devida atenção em diversos pontos
O deputado João Batista Segundo explicou que o trecho não recebia manutenção desde a gestão do ex-governador José Reinaldo Tavares. “A população da Baixada tem muito a ganhar com essa estrada, que já é realidade. É realidade, porque a gente vê hoje o trabalho sendo feito e eu fico muito feliz de poder fazer parte desse momento, juntamente com o nosso governador Carlos Brandão”.
Maranhão na COP30 – Estado capta quase R$ 900 milhões para investir na agenda ambiental
O Maranhão encerrou sua participação na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), em Belém (PA), com saldo positivo na agenda ambiental. Ao longo de duas semanas de negociações, o estado captou quase R$ 900 milhões em recursos para investir em projetos ambientais no estado. Os novos investimentos são resultado da boa recepção das iniciativas apresentadas pelo Governo do Maranhão nos debates realizados nas zonas Azul e Verde da conferência.
O governador Carlos Brandão afirmou que, com os novos investimentos, será possível ampliar os programas voltados para a preservação do meio ambiente e a geração de emprego e renda atrelados ao desenvolvimento sustentável.
“Participar da COP30 foi decisivo para o Maranhão. Firmamos acordos estratégicos, garantindo cerca de R$ 900 milhões em investimentos para proteção ambiental, regularização fundiária e desenvolvimento sustentável, para restaurar nossas florestas e fortalecer a bioeconomia. A parceria internacional que levará cabos submarinos da Europa ao Maranhão também foi um passo importante na conectividade, inovação e novas oportunidades. É o estado entrando, de fato, no mapa do mundo”, assinalou.
Projetos apresentados
Durante as duas semanas de COP30, o Governo do Maranhão apresentou projetos desenvolvidos no estado que têm reconhecimento nacional e internacional pelos seus resultados na mitigação dos impactos ambientais. Entre os programas apresentados estão o Floresta Viva Maranhão, Terra para Elas, Pacto pela Paz, Maranhão Sem Queimadas.
O Estado também aproveitou a programação da conferência para lançar o Bolsa Agente Comunitário Ambiental e três novos parques ecológicos, que ficarão localizados em Colinas, Pastos Bons e São Mateus, além do Complexo de Atins. Todas essas iniciativas serão ampliadas ou executadas com os recursos captados durante a COP30.
Recuperação de áreas degradadas
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Sema) aplicará R$ 168,2 milhões em diversos projetos. Desse total, serão destinados R$ 105 milhões para mecanização da agricultura familiar, tornando-a mais sustentável; R$ 15 milhões para os novos parques ecológicos (Colinas, Pastos Bons e São Mateus); R$ 20 milhões para ações de regularização fundiária; e R$ 1 milhão para o Parque do Itapiracó.
O Governo do Maranhão também garantiu R$ 18 milhões em recursos para o Programa Bolsa Agente Comunitário Ambiental, que foi lançado durante a COP30. O novo programa beneficiará comunidades tradicionais e povos originários com a concessão de 5 mil bolsas mensais no valor de R$ 300,00. Além disso, os beneficiários que vivem em situação de vulnerabilidade socioeconômica serão qualificados, de forma a reconhecê-los como agentes provedores de serviços, valorizando seus saberes e práticas de manejo, fortalecendo práticas sustentáveis, reduzindo o desmatamento e queimadas, restaurando áreas degradadas e promovendo educação ambiental.
Para o secretário de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais, Pedro Chagas, os resultados obtidos na COP refletem o trabalho de um governo comprometido com um futuro cada vez mais sustentável.
“Com o governador Carlos Brandão, o Maranhão se destacou na COP30, apresentando avanços concretos para proteger as florestas e fortalecer a produção sustentável, ampliamos a participação do Maranhão na agenda climática e conquistamos novas parcerias e acordos que irão resultar em mais investimento e mais resultados para as políticas públicas ambientais”, avaliou.
Serão investidos, ainda, R$ 6 milhões para o Complexo de Atins, que será uma estrutura integrada instalada no Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, voltada para fortalecer a gestão, a proteção e o atendimento ao visitante. O espaço reunirá serviços essenciais como segurança, apoio à saúde, heliponto para emergências dentro do parque e as sedes operacionais dos órgãos ambientais envolvidos na gestão da região, incluindo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Sema e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente. A implantação do complexo foi viabilizada pela Sema e marca o primeiro investimento do governo do Maranhão em uma unidade de conservação federal em parceria direta com o ICMBio.
O estado captou também R$ 2 milhões para a Residência Estágio de Pós-Graduação. O programa conta com especialistas qualificados para apoiar a elaboração e execução de planos, programas, projetos e pesquisas voltados ao uso racional e sustentável dos recursos naturais, bem como à implementação de ações de controle, fiscalização, defesa e recuperação do meio ambiente, em conformidade com as diretrizes da Política Estadual de Meio Ambiente.
Serão investidos mais R$ 1,2 milhão para mais um viveiro do Floresta Viva Maranhão, que está em expansão para novos municípios. Em Anajatuba, está em fase final a construção de mais um viveiro, que vai gerar oportunidades, apoiar famílias e ampliar o alcance das ações. Os próximos viveiros serão instalados em Colinas, São Mateus e Pastos Bons, onde serão integrados a parques ambientais.
Regularização fundiária
Já o Instituto de Colonização e Terras do Maranhão (Iterma) captou R$ 71 milhões para dois de seus programas mais estruturantes na área fundiária: Terras para Elas e Paz no Campo.
Por meio da assinatura do termo de elegibilidade com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) foram garantidos R$ 53 milhões do Fundo Amazônia para ampliar o Paz no Campo. Com o recurso, o governo prevê regularizar 800 mil hectares de terras, entregar 20 mil novos títulos de terra e titular 20 territórios quilombolas em 85 municípios da Amazônia Legal, incluindo São Luís.
O presidente do Iterma, Anderson Ferreira, destacou que o Paz no Campo já se consolidou como uma das maiores iniciativas estaduais de regularização fundiária em curso no país. “O programa já beneficiou mais de 22.700 famílias, com mais de 18.500 títulos de terra entregues, incluindo a titulação de 29 comunidades quilombolas. Agora, vamos ampliar as ações, pois a COP30 marca um novo capítulo para o Maranhão. Esse conjunto de recursos e parcerias nos permite ampliar o trabalho, chegar a mais famílias e garantir dignidade onde o Estado mais precisa estar. Regularizar terra é cuidar de gente, é proteger nossas florestas e fortalecer nossas comunidades”, afirmou.
Já o Terra para Elas ganhou aporte de R$ 18 milhões do Fundo ONU Canadá. Com o recurso, o projeto prevê regularizar 2.500 propriedades em nome de mulheres e capacitar outras 5 mil beneficiárias em bioeconomia, manejo sustentável e desenvolvimento produtivo. A proposta é que a regularização fundiária venha acompanhada de qualificação técnica e fortalecimento das cadeias produtivas locais, especialmente a do babaçu.
Economia Verde
Já o Investe Maranhão fez a prospecção de R$ 650 milhões do Fundo Silvania, por meio de um acordo com a Mercuria Energy Group, multinacional suíça referência em comercialização de commodities e em projetos de transição energética e economia verde. A parceria tem como objetivo um acordo voltado à restauração florestal e políticas de sustentabilidade no estado.
Outro investimento importante firmado durante a COP30 foi a parceria entre o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), que vão cofinanciar projetos voltados à ampliação da conectividade digital na Amazônia, com a instalação de cabos submarinos de fibra óptica nos Estados do Maranhão e do Pará, beneficiando cerca de 15 milhões de pessoas.
“Fechamos um investimento total de até US$ 180 milhões no Maranhão, que incluirá entre 350 e 500 quilômetros de cabos submarinos e um data center no estado. As ações desenvolvidas na COP30 reafirmam o compromisso do Governo do Maranhão com a proteção dos biomas, o fortalecimento de políticas ambientais e o avanço de projetos estruturantes de impacto socioambiental para o desenvolvimento do Estado”, informou Cauê Aragão.
COP30
A COP30 aconteceu de 10 a 21 deste mês, reunindo chefes de Estado, organizações internacionais e representantes da sociedade civil de mais de 190 países para discutir soluções frente às mudanças climáticas globais.
O Maranhão tem apresentado resultados positivos nas atividades econômicas e um dos termômetros desse desenvolvimento é o Produto Interno Bruto (PIB). Levantamento recente do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc), com base em dados do IBGE, revelou que o Maranhão está na sétima posição no ranking nacional.
No acumulado de 2010 até 2023, o estado teve um aumento de 34,3% no PIB, sendo o segundo maior índice do Nordeste, atrás apenas do Piauí (36,7%).
O crescimento acumulado do PIB é um índice que oferece uma visão mais abrangente da trajetória do estado e demonstra que a estrutura econômica do Maranhão vem se consolidando e ganhando maior representatividade na economia nacional. Esse dinamismo é um reflexo do quanto o Estado têm investido em setores estratégicos, com atração de grandes investimentos nas áreas de energia, produção agropecuária e obras de infraestrutura, por exemplo.
Segundo o presidente do Imesc, Dionatan Carvalho, é essencial acompanhar os dados econômicos e o PIB indica um aumento no montante de bens e serviços disponíveis. Ele lembra que o governo maranhense tem um planejamento de longo prazo para o desenvolvimento do estado, o Plano Maranhão 2050, que trabalha, de forma articulada com diversos setores da sociedade, diretrizes que induzem o desenvolvimento socioeconômico integrado e reduzem as desigualdades sociais e regionais.
“O crescimento econômico é uma das três metas mobilizadoras estabelecidas no plano estadual de longo prazo, o Maranhão 2050, e considerando que para haver aumento real da renda das famílias é necessário, dentre outros fatores, um ambiente de crescimento econômico, os resultados alcançados contribuem para a promoção do bem-estar social”, informou.
O levantamento feito pelo Imesc mostra que em 2023 a economia maranhense alcançou um montante de R$ 149,2 bilhões em valores correntes, e registrou variação real positiva de 3,6% em relação a 2022. O resultado supera a média nacional (3,2%) e, também, a média da região Nordeste (2,9%). Considerando a população, o PIB per capita em 2023 foi estimado em R$ 22.020,60.
Esse desempenho foi impulsionado pelos três grandes setores da economia, com destaque para o setor secundário, que teve alta de 4,2% no nível de atividade. Entre as atividades industriais, o segmento de eletricidade e gás, água, esgoto, gestão de resíduos e descontaminação apresentou expansão expressiva, de 21,9% em comparação a 2022.
Embora o IBGE ainda não tenha divulgado os resultados completos da agropecuária em 2023, as pesquisas estruturais indicam desempenho positivo do setor primário, especialmente na produção de grãos, que passou de 6,1 milhões de toneladas em 2022 para 6,6 milhões em 2023.
Já o setor terciário continua sendo o principal motor da economia maranhense, respondendo por mais de 70% do volume de bens e serviços finais produzidos.
Outro fator de relevância para o crescimento do PIB maranhense foi o investimento público. Dados da Secretaria de Estado do Planejamento e Orçamento (Seplan), mostram que o governo estadual aplicou aproximadamente R$ 1,7 bilhão em 2023.
As maiores parcelas foram destinadas às áreas de Urbanismo, Transporte, Saneamento e Judiciário. A função Urbanismo concentrou a maior parte dos recursos, R$ 867,5 milhões, voltados principalmente para ações de pavimentação de vias urbanas (R$ 44,2 mi) e implantação e melhoria de prédios e logradouros públicos (R$ 316,6 mi).
A pesquisa completa está disponível no site do Imesc ([url=https://imesc.ma.gov.br/pib-estadual-do-maranhao-2010-2023/]https://imesc.ma.gov.br/pib-estadual-do-maranhao-2010-2023/[/url]). O cálculo do PIB é realizado pelo Imesc, em parceria com o IBGE, e segue a metodologia nacional, que possui defasagem de dois anos em razão das pesquisas estruturais utilizadas no processo.
Na Cop30, o governador Carlos Brandão valorizou a agenda verde do estado (Leandro Fonseca/Exame)
Durante a COP30, o governador defendeu a exploração na região como forma de garantir recursos para obras estruturantes
Por André Martins/ Da Revista Exame
O governo do Maranhão planeja criar uma faculdade de petróleo e gás para formar profissionais para atuar nas empresas que devem atuar na região caso a exploração na Margem Equatorial avance.
“Vamos iniciar uma faculdade de petróleo e gás. Daqui a cinco anos, teremos jovens preparados para entrar no mercado de trabalho. Senão, vamos ter que buscar pessoas em São Paulo”, diz Carlos Brandão, o governador do estado, em entrevista exclusiva à EXAME durante sua participação na COP30.
Brandão afirma que o seu governo estruturará cursos técnico-profissionalizantes na área para atender à demanda futura.
“Vamos nos preparar esses cinco anos para que, quando a exploração acontecer, tenhamos pessoas qualificadas e preparadas para o futuro”, diz.
No último dia 21 de outubro, o Ibama concedeu a licença para perfuração de um polo exploratório no bloco FZA-M-059, localizado em águas profundas do Amapá, a 500 km da foz do rio Amazonas e a 175 km da costa.
Esse é apenas o primeiro passo para confirmar o potencial da área para uma futura produção de petróleo. A previsão é de que todo o processo de perfuração exploratória e o início da produção levem entre 7 e 10 anos.
O discurso do governador segue a linha de outros chefes do executivo da região da Amazônia Legal e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na defesa da exploração na região.
Brandão afirma que o Maranhão tem duas das cinco bacias da região, a Grão-Pará e a de Barreirinhas. Com isso, a expectativa é de produção de 60 bilhões de barris de petróleo.
O chefe do Executivo disse que ainda não há estimativas de qual valor de royalties o estado receberá, mas que será importante para o desenvolvimento da região.
“Não tenho dúvidas de que quando o governo começar a receber os royalties teremos muito mais recursos para realizar as obras estruturantes de que o estado precisa”, afirma.
Brandão cita ainda que há um mês o estado recebeu um navio de uma empresa da Noruega para realizar uma análise sísmica. Já são 16 blocos onde foram feitos estudos, que estarão disponíveis para leilão.
“Entendemos que é um projeto para cerca de seis a sete anos — entre a sísmica, o leilão e os testes. Então, não é uma coisa para o meu governo, mas eu tenho que deixar estruturado para o próximo”, diz.
Recursos para o Ibama
O governador diz que existe uma articulação entre os governadores da região para que parte dos recursos da exploração sejam direcionados para o Ibama para cuidar da preservação.
“Isso não acontece no pré-sal do Sudeste — Espírito Santo, Rio de Janeiro, um pouco São Paulo —, mas sugerimos isso para a Margem Equatorial”, afirma.
Brandão disse que o assunto foi levado para a presidência da Petrobras, que avaliará a demanda.
Pautas na COP
Entre as pautas que apresentou na COP30, Brandão destaca a regularização fundiária, com mais de 8,5 mil títulos de terra distribuídos, com atendimento de 22 mil famílias.
Brandão destaca ainda que o Maranhão conseguiu R$ 45 milhões com o governo da Alemanha para um projeto contra queimadas.
“Conseguimos aprovar e estruturar um projeto para reestruturar 49 unidades do Corpo de Bombeiros e construir mais sete. Conseguimos R$ 45 milhões junto ao governo da Alemanha”, afirma.
POLITICA: Zé Inácio destacou, nesta segunda-feira (17), a importância da parceria entre o presidente Lula e o governador Carlos Brandão para a execução da Nova Avenida Litorânea, uma das maiores obras de mobilidade urbana da história da Grande Ilha. Em vídeo publicado em seu Instagram, o parlamentar visitou o canteiro de obras e ressaltou os avanços que a iniciativa trará para a população.
Segundo Zé Inácio, a Nova Litorânea representa um marco para a infraestrutura do Maranhão. A obra vai dobrar a extensão da atual avenida, passando de 7 para 14 quilômetros, com seis pistas, ciclovia, calçadão, drenagem e saneamento básico. “É uma transformação completa que vai garantir mais fluidez no trânsito e mais qualidade de vida para moradores e turistas”, afirmou.
Com um investimento superior a R$ 230 milhões do Governo Federal, por meio do Novo PAC, a obra beneficiará diretamente mais de 1,5 milhão de pessoas que vivem e circulam pela Grande Ilha. Para Zé Inácio, esse é um exemplo concreto de como a união entre os governos estadual e federal gera resultados expressivos para o Maranhão.
“É mais uma grande parceria entre o governador Brandão e o presidente Lula, um trabalho conjunto que está modernizando o estado e levando desenvolvimento para todos os cantos”, destacou.
No Instagram, o deputado reforçou seu compromisso com o acompanhamento das obras estruturantes no estado: “Estive na Nova Litorânea conferindo de perto essa grande obra fruto da parceria entre o presidente Lula e o governador Carlos Brandão. A avenida vai dobrar de tamanho e melhorar a vida de mais de 1,5 milhão de pessoas na Grande Ilha. Mobilidade, desenvolvimento e qualidade de vida: o Maranhão segue em movimento!”
A Nova Litorânea se consolida como uma das intervenções mais importantes da gestão atual, fortalecendo o turismo, a economia local e garantindo um novo ritmo para a mobilidade urbana na capital.
– Galpão tem área total de 2.200 metros quadrados e gerará 300 vagas de emprego formal até 2026 (Foto: Brunno Carvalho)
Visando fortalecer a indústria do vestuário, gerando emprego e renda, o Governo do Maranhão entregou a primeira etapa das obras do Polo de Confecção de Rosário, neste domingo (16). Serão geradas 300 vagas de trabalho formal até 2026 e 3 mil postos de emprego em cinco anos.
O Polo de Confecção de Rosário é um projeto do Governo do Maranhão, realizado em parceria com a Associação MM Solidária Projetos Sociais, a Prefeitura de Rosário, o Serviço Social da Indústria (Sesi), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).
Durante a solenidade, o governador Carlos Brandão assinou o termo de cessão do galpão e do maquinário, formalizando o início oficial das operações do Polo de Confecção de Rosário.
“Hoje é uma data histórica para Rosário com a implantação do Polo de Confecção. Estamos começando com este galpão, que é só a primeira etapa. O Governo do Maranhão investiu cerca de R$ 7 milhões e os empresários que entraram nessa parceria investiram mais R$ 3 milhões. E eu tenho certeza de que este projeto vai ser um sucesso, porque temos também o Sistema S e o Sebrae prestando consultoria e capacitando os profissionais. Já temos a garantia de compra da produção pelos empresários parceiros”, pontuou Brandão.
O prefeito de Rosário, Jonas Magno, afirmou que a parceria firmada para a execução do projeto vai garantir a geração de emprego e renda na cidade. “Este polo de confecção tem um alto potencial de empregabilidade. Graças à parceria entre o Governo do Maranhão, a iniciativa privada e a Prefeitura Municipal, as famílias de Rosário vão ter emprego com carteira assinada, com todos os direitos garantidos, tendo mais dignidade”, enfatizou.
Estrutura
O galpão tem área total de 2.200 metros quadrados e conta com 170 máquinas de costura e um total de 200 equipamentos voltados à produção de confecções (TVs, passadeiras, mesas de corte, entre outros). Antes, a associação operava com cerca de 80 máquinas.
O objetivo é fortalecer o setor têxtil maranhense e impulsionar a geração de empregos na região, garantindo um espaço estruturado para abrigar empresas especializadas em corte e costura, promovendo desenvolvimento econômico, social e profissional no município de Rosário e no seu entorno.
O proprietário da MM Alta Costura, empresa que vai operacionalizar o galpão, Manoel Mecias de França, agradeceu pela execução do projeto. “Eu quero agradecer a cada um que se juntou para que esse projeto acontecesse: o governador Carlos Brandão, o prefeito Jonas Magno, as empresas, o Sebrae, o Sistema S, pois essa é uma oportunidade única de geração de emprego na nossa cidade”, comemorou.
Para quem vai trabalhar no novo espaço, o sentimento é de alegria. “Eu trabalho aqui há três anos, passei por um treinamento e subi de cargo. A gente trabalha com marcas de São Paulo. Então, a gente costura aqui e manda para lá. Eu quero agradecer ao Governo do Maranhão por nos dar a oportunidade de melhorar e ampliar a nossa produção”, disse Camila de Matos Santos.
A costureira Thássia Macêdo também está satisfeita com o novo galpão. “Eu passei por capacitação aqui mesmo e consegui essa vaga de emprego, que foi a oportunidade de me reestruturar financeiramente. Agradeço ao Governo do Maranhão e à iniciativa privada por terem confiado no nosso trabalho e entregue este projeto nas nossas mãos”, comentou.
Parcerias
As obras foram executadas pela Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra). A Secretaria de Estado de Indústria e Comércio (Seinc) será a responsável pela legalização de uso (cessão) do polo e pelas tratativas com empresas incentivadas que disponibilizaram os equipamentos por meio de doação. A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedes) é encarregada pelo projeto do galpão.
O secretário de Estado de Indústria e Comércio, Júnior Marreca, definiu o Polo de Confecção de Rosário como um equipamento de transformação socioeconômica. “Aqui temos diversos parceiros trabalhando com o mesmo objetivo. Temos o governo estadual, o governo municipal, a iniciativa privada, o Sebrae e o Sistema S. Hoje estamos entregando um galpão moderno, com equipamentos de ponta, para que a produção aumente com qualidade, atraindo mais clientes”, assinalou.
As empresas parceiras Gess S/A e Bartofil participam por meio de contrapartida social. O Senai fará as capacitações profissionais. Já a Associação MM Solidária Projetos Sociais é a instituição responsável pelo Polo de Confecção de Rosário.
O diretor administrativo da Gess S/A, Anderson Gorgen, informou que, por meio da parceria com o Governo do Maranhão, será feita a integração de toda a cadeia produtiva. “A Gess S/A fez a doação de diversos equipamentos para que o galpão possa operar. Nós somos uma empresa que atua no setor agrícola desde a década de 80 e estamos entrando no plantio do algodão também. Então, faz todo o sentido essa parceria, pois permite integrar a cadeia produtiva da indústria têxtil desde o início, que é o algodão, até o produto final, a confecção de roupas. Todo mundo só tem a ganhar com esta iniciativa”, afirmou.
Com a inauguração do polo, foi formalizada uma parceria com o Senai para ampliação das turmas de corte e costura e outros cursos relacionados à área. As capacitações de formação serão realizadas pela Associação MM Solidária Projetos Sociais. Após a conclusão, que acontece no prazo de 60 dias, as costureiras serão encaminhadas para empresas do setor que atuam ou atuarão no polo.
– Vista do Porto do Itaqui, São Luís (MA) (Foto: Divulgação)
Referência no setor de descarbonização entre os portos brasileiros, o Porto do Itaqui apresentará suas inciativas sustentáveis na COP 30, o maior evento global da Organização das Nações Unidas (ONU), que acontece neste ano em Belém (PA). Durante a agenda, o Itaqui participará de dois painéis e receberá o Selo de Sustentabilidade do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), que reconhece práticas sustentáveis, sociais e de governança (ESG) nos setores portuário, aeroportuário e hidroviário.
“Estar na COP30 posiciona o nosso porto como peça importante na transição para uma economia verde. Além de compartilhar nossas experiências e avanços em ESG, como o primeiro plano de descarbonização lançado entre os portos públicos do Brasil, vamos ampliar oportunidades de cooperação sobre o futuro sustentável da infraestrutura portuária”, destacou a presidente do Porto do Itaqui, Oquerlina Costa.
Programação
12/11 – Selo de Sustentabilidade do Ministério de Portos e Aeroportos
A participação do Itaqui começará nesta quarta-feira (12), com recebimento do Selo de Sustentabilidade do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor). A conquista é resultado de ações concretas do porto como a conversão de 31% da frota leve para veículos híbridos ou elétricos, o lançamento da plataforma Ocean Report com dados ambientais em tempo real, investimentos em pesquisas sobre biodiversidade, ampliação da reciclagem e da economia circular, além de iniciativas sociais como a capacitação de mulheres da área Itaqui-Bacanga e treinamentos em ética e sustentabilidade para colaboradores.
13/11 – Painel “Maranhão Verde e Sustentável”
No dia 13, o Itaqui integra o painel “Maranhão Verde e Sustentável”, promovido pela Investe Maranhão. A presidente do porto, Oquerlina Costa, discorrerá sobre Sustentabilidade e Desenvolvimento Público, junto com Cauê Aragão, presidente da Investe Maranhão, e Pedro Chagas, secretário de Estado do Meio Ambiente.
17/11 – Painel “Portos Net Zero – Desafios e Caminhos para a Descarbonização no Brasil”
Para falar dos caminhos e desafios que o porto passou para se tornar o primeiro porto público do Brasil a lançar um plano de descarbonização, o Itaqui participará do painel promovido pela Aliança Brasileira para Descarbonização nos Portos (ABDP). As discussões acontecerão no dia 17 de novembro, na Estação do Desenvolvimento CNT – Green Zone.
Representando o Itaqui, estará o diretor de Planejamento e Desenvolvimento, Arthur Barros, e a gerente de meio ambiente, Luane Lemos. Também estarão presentes os representantes do Porto do Açu, Transpetro e da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul).
Descarbonização
O Porto do Itaqui implementa um abrangente Plano de Descarbonização, sendo o primeiro porto público brasileiro a desenvolver uma iniciativa formal com esse foco. A partir de uma estratégia estruturada com 21 ações potenciais divididas em atividades para navios, rebocadores, terminais, caminhões e ferrovias, o Itaqui se baseia em dois níveis de meta: conservador e otimista.
Com um diagnóstico preciso, o Itaqui estruturou um plano com metas progressivas até 2050, prevendo investimentos em infraestrutura verde, digitalização, inovação tecnológica e mecanismos como tarifas com descontos para operações menos poluentes. O plano contempla ainda o engajamento de toda a cadeia logística e estabelece marcos para a transição energética no setor portuário.
A partir de uma gestão estratégica, o Porto do Itaqui registrou o maior crescimento em movimentação de cargas entre os portos do Nordeste no período de janeiro a agosto deste ano, um progresso de 8,45% em relação ao ano anterior. Segundo dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), esse avanço contribuiu para o aumento de 1,14% no número total de cargas dos portos nordestinos que, juntos, movimentaram 213,9 milhões de toneladas, o maior volume de movimentação de cargas desde 2021.
No total, o Itaqui movimentou 24,9 milhões de toneladas entre janeiro e agosto, principalmente com operações de grãos e combustíveis.
“Esse desempenho da região Nordeste está acima da média brasileira e comprova que os investimentos realizados geram resultados concretos. No Itaqui, estamos nos modernizando, expandindo a nossa infraestrutura e trabalhando para alcançar novos marcos de desenvolvimento para o Maranhão”, explica a presidente do porto do Itaqui, Oquerlina Costa.
A soja foi a grande responsável por impulsionar esse número, com alta de quase 17% em relação ao mesmo período do ano anterior, totalizando 16,1 milhões de toneladas. Deste valor, o Porto do Itaqui, sozinho, movimentou 12,5 milhões de toneladas. Com uma infraestrutura moderna e estratégica, o Itaqui é hoje a principal via de escoamento da produção agrícola do sul do Maranhão, além de atender regiões vizinhas como Piauí, Tocantins, Mato Grosso, Bahia e Pará.
A escolha do Porto do Itaqui como rota para exportações é resultado direto de sua infraestrutura altamente integrada. A partir do acesso ferroviário eficiente, por meio da Ferrovia Norte-Sul, Estrada de Ferro Carajás e Transnordestina, além de berços profundos e especializados, o porto oferece vantagens logísticas que reduzem significativamente o custo por tonelada movimentada, tornando-o uma opção competitiva e preferencial para grandes embarques.
Crescimento contínuo
Para sustentar o ritmo acelerado de crescimento, o Porto do Itaqui está investindo em sua expansão. Uma das principais obras em andamento é a construção do Berço 98, que ampliará a capacidade operacional do terminal em 8 milhões de toneladas. A modelagem da operação desse novo berço foi planejada para democratizar o acesso dos produtores ao escoamento de cargas, promovendo uma estrutura mais aberta, eficiente e descentralizada, alinhada às demandas do mercado e ao potencial logístico da região.
– Com investimento de R$ 150 milhões, a fábrica aumenta em 45% sua capacidade produtiva e a linha consolida o Maranhão como um polo produtivo regional (Foto: Rodrigo Ribeiro)
A Solar Coca-Cola, uma das maiores fabricantes do Sistema Coca-Cola no Brasil, inaugurou nesta quinta-feira (30) sua nova linha de produção de embalagens PET na fábrica de São Luís (MA). O evento celebrou um investimento de mais de R$ 150 milhões, e contou com a presença do governador Carlos Brandão, que foi recebido pelo diretor-presidente da Solar, André Salles.
O novo aporte na unidade de São Luís representa um marco para a operação local. Com a modernização, a fábrica aumentará sua capacidade produtiva em 45% e criará novos postos de trabalho. Estrategicamente, o investimento permitirá que a unidade alcance a autossuficiência na produção de garrafas PET e consolidará São Luís como um polo produtivo regional para a Solar, passando a abastecer também os mercados do Piauí e de Tocantins.
O governador Carlos Brandão participou da inauguração da nova linha de produção de refrigerantes. A iniciativa reafirma a confiança do setor privado no ambiente de negócios do estado e reforça o momento de expansão econômica vivido pelo Estado.
“O Maranhão vive um novo ciclo econômico, e a chegada de investimentos como este é prova concreta desse avanço. O nosso estado cresce acima da média nacional e segue liderando o PIB do Nordeste, com um crescimento estimado de 3,5% neste ano, segundo o Banco do Brasil. Esse é o resultado de um trabalho planejado, que une responsabilidade fiscal, incentivo à produção e valorização do nosso povo. Para que possamos aproveitar ao máximo esse cenário de oportunidades, seguiremos investindo na capacitação da nossa mão de obra, garantindo que o maranhense esteja preparado para ocupar o espaço que merece nesse novo momento de prosperidade e desenvolvimento”, destacou o governador.
Este investimento é a primeira etapa de um plano robusto da Solar Coca-Cola para o Maranhão, que prevê um aporte total de R$ 400 milhões entre 2025 e 2029. “Este é um momento de muito orgulho para a Solar e reflete nosso compromisso de longo prazo com o desenvolvimento do Maranhão. Recebemos o governador Carlos Brandão em nossa fábrica para celebrar conosco este passo fundamental para o futuro da nossa indústria no estado”, afirma André Salles, diretor-presidente da Solar Coca-Cola.
Geração de empregos
A Solar Coca-Cola é uma força econômica significativa no Maranhão, gerando 2.400 empregos diretos, atendendo 50 mil pontos de venda e operando 12 centros de distribuição, entre próprios e terceiros.
Além dos investimentos industriais, a empresa mantém um forte vínculo com a comunidade. Em 2025, a Solar foi reconhecida pelo Great Place to Work (GPTW) como a melhor empresa para se trabalhar no Maranhão. A companhia também desenvolve talentos locais por meio de iniciativas como o Coletivo Jovem Coca-Cola, que já formou mais de 10 mil jovens maranhenses, e o programa Portas Abertas, focado na inclusão de mulheres da localidade na equipe.
Sobre a Solar Coca-Cola
A Solar é uma das maiores fabricantes do mundo do Sistema Coca-Cola e conta com 13 fábricas espalhadas pelo Brasil. Com cerca de 120 centros de distribuição, entre próprios e terceirizados, a empresa atua em aproximadamente 70% do território brasileiro, operando nas regiões Norte, Nordeste e em parte do Centro-Oeste.
A Solar tem mais de 19 mil colaboradores e é responsável pela produção e distribuição para cerca de 380 mil pontos de venda no país, impactando positivamente mais de 80 milhões de brasileiros.